Mostrar mensagens com a etiqueta opinião. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta opinião. Mostrar todas as mensagens

domingo, 22 de setembro de 2013

The Innocent Big Knit: ajudar quem mais precisa através do tricot

Hoje trago-vos uma oportunidade de fazerem algo bom e solidário e de contribuírem para uma causa, mesmo sem fazer um donativo em dinheiro.

Conheci esta campanha no início desta semana e chamou-me a atenção por motivos estéticos (o website está muito giro) e pela causa que é. Tudo o que está relacionado com idosos me sensibiliza e o Innocent Big Knit não é exceção.
É verdade que a campanha não é em Portugal nem para portugueses, mas a vontade de ajudar não deve ser limitada geograficamente.

Então, se a vossa intenção em ajudar ainda se mantem, comecem por aceder ao site The Innocent Big Knit.

A campanha The Innocent Big Knit resulta da parceria da Innocent- que faz uns smoothies com um aspeto delicioso-, com a Age UK, uma associação solidária que se dedica a ajudar os mais velhos que têm que enfrentar obstáculos como problemas financeiros, mobilidade reduzida, solidão, isolamento, já para não falar das típicas limitações trazidas pela idade, tal como a baixa resistência ao frio.

E aqui que entra o The Big Knit.


O que a campanha do The Innocent Big Knit pede a quem queira ajudar, é que enviem gorros à associação, para que os possam fazer chegar aos idosos. Podem ser as próprias pessoas a fazê-lo- o próprio site oferece tutoriais-, ou no caso de não serem particularmente dotadas na arte do tricot (como eu), podem sempre construir o seu próprio gorro no site.

Depois, em novembro, os pequenos gorros serão colocados nas garrafas Innocent e por cada compra, 25p (aprox. 0,29€) reverterão para a Age UK.

 

E podem fazer quantos quiserem! Ao partilharem as vossas criações no Twitter ou no Facebook, fazem com que mais 10p (0,11€) sejam enviados à Age UK. Querem experimentar? Não têm nada a perder e é muito divertido!


Eu fiz dois até agora. Para fazerem os vossos pequenos gorros, podem vir diretamente AQUI.






 Estes dois são os meus. São tão fofinhos, não são? :D Estão a ver? Ajudar não custa nada. Adoro iniciativas assim, que dão a oportunidade a qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, de ajudar aqueles que precisam.


Tenham um excelente domingo, Broke Girls! (e solidário também, espero)

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Broke Girls love: Crowdfunding (Part I)

Olá Broke Girls,

Estou de volta depois das minhas férias e do devido período de convalescença (aka. depressão pós-férias, se assim lhe quiserem chamar).
Hoje estava a sentir-me particularmente derrotada após uma resposta negativa de um emprego que tinha passado a manhã a cobiçar (vim a descobrir que afinal não era emprego nenhum, mas sim estágio, mas adiante), quando tive uma (boa) ideia. 

Quem me conhece sabe que o meu maior sonho é ter a minha própria revista/editora/livraria, mas revista principalmente. Já perdi a conta aos anos que tenho este desejo. Publicar uma revista neste momento está fora de questão- até porque não sei por onde começar ou como fazê-lo-, MAS... há sempre o crowdsurfing! Conhecem? Por favor digam-me que já ouviram falar dele, pois acredito que poderá ajudar-vos a concretizar alguns sonhos. Eu vou experimentar, mas primeiro, para quem não conhece, vou explicar em que consiste.

Imagine um projeto com ideias inovadoras, ou nem tanto, mas com objetivos íntegros, sociais ou culturais. Ou ainda, a luta por uma causa, a defesa de uma classe ou a gravação de um filme, um vídeo-clip ou curta-metragem. Muitas podem ser as categorias destes projetos: cinema & vídeo, dança, arte, design, web, música, teatro, jogos, comunidade, arquitetura & urbanismo, artes plásticas, circo, desporto, eventos, fotografia, jornalismo, literatura e muitas outras propostas. O que todos eles têm em comum? Todos podem ser financiados por vocês através da internet.

Este é o princípio básico do Crowdfunding. Trata-se de uma plataforma de financiamento coletivo ou colaborativo, onde qualquer um pode realizar investimentos financeiros para que os projetos ganhem vida. Existem inúmeros sites com esta finalidade ao redor do planeta. Que bom! Pois são inúmeros os projetos que deixaram os papéis e hoje acontecem graças a estas plataformas e a iniciativa inovadora de pessoas que contribuem participando apenas on-line.


E então comecei a fazer uma listinha de sites de Crowdfunding. Logicamente que, em quanto mais sites estiver inscrito o meu projeto, mais hipóteses terá de ser financiado. Mas, como eu estava a dizer, publicar uma revista está fora de questão, mas estou a pensar seriamente em fazer uma webzine mensal com base no manifesto deste blogue, em formato PDF e partilhada nas plataformas do costume. Para isso, precisava de investir em alguns cursos que já quero fazer há imenso tempo e que são ainda bastante caros. Portanto, parte do investimento seria para isso. O que acham? Interessar-vos-ia uma revista correspondente aos ideias do blogue Broke Girls Magazine? :)

Se não estão a pensar em obter financiamente via Crowdsurfing, mas ficaram curiosas na mesma, podem ver que projetos precisam de uma ajudinha- podem ajudá-los e contribuir- em qualquer site desta lista:

1) MassiveMov- português



2) Bescrowdsurfing- português



3) PPL- português



4) Kickstarter



5) Indiegogo



6) Crowdfunder




7) Rocket Hub



8) Quirky




 9) Somolend


 
10) Crowdrise




E com isto declaro que estou de volta às lides do blogue que, se tudo correr bem, será cada vez melhor. ;)


Tenham uma excelente semana, Broke Girls!

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Dicas para um período mais económico e ecológico com Lunette

Olá Broke Girls! 

Hoje trago-vos um tema diferente daqueles que temos vindo a abordar. Nunca nos esquecemos do que prometemos inicialmente no nosso Manifesto: dar a conhecer coisas, lugares e eventos em conta para que nunca deixemos de viver bem, mas sem gastarmos acima das nossas possibilidades.

Ora o tema de hoje não é muito comum de se ver pelos blogues, mas vamos lá falar sobre períodos e, mais concretamente, coisas que usamos durante o período. 

Ou são pensos ou tampões, certo?
Certo. Quer dizer, mais ou menos. Há mais para além de pensos e tampões, sabiam?
Sei que muitas podem ainda não saber, mas existem copos menstruais também. Já ouviram falar do Lunette?

O Lunette é um copo menstrual completamente feito de silicone. Simples, higiénico e prático de usar, é uma alternativa mais saudável para o nosso corpo, para o ambiente e para a nossa carteira.
É fabricado na Finlândia e, para além de ser fácil de usar, é ainda mais seguro e higiénico do que os pensos higiénicos ou tampões. Introduz-se de uma forma semelhante à do tampão, mas em vez de absorver o sangue, acumula-o no seu interior. Isto significa que não há praticamente risco do sangue sair para o exterior e que não se desenvolve quaquer "aroma", pois o que cria o cheiro é o sangue oxidado que fica no algodão do tampão, coisa que não acontece aqui.

O copo é feito a partir de silicone 100% medicinal e hipoalergénico, ou seja, é ótimo para quem tem irritações ou inflamações derivadas do material de que são feitos os comuns absorventes.

Quando falei nisto a várias amigas e conhecidas todas torceram o nariz. Eu própria estava cética, afinal, pensos e tampões é tudo o que conhecemos até hoje. Muitas dúvidas surgiram e hoje penso estar devidamente informada para as poder esclarecer, pois já experimentei o Lunette durante um ciclo inteiro da menstruação.

Mas não vos vou confundir. Primeiro, vou mostrar-vos como se introduz. Há várias formas de o colocar. Vejam aqui:


Parece difícil? Não é mais do que colocar um tampão. Pessoalmente costumo usar a primeira forma, o "C". Depois de introduzido, o copo que foi inserido numa das formas que viram no vídeo vai fazer vácuo dentro da vagina. Não se assustem, é mesmo assim. O vácuo serve para "selar" o copo e para garantir que mesmo que façam o pino, o sangue não vai a lado nenhum, não vai escorrer, nem o copo se vai mexer. É muito mais confortável assim.

"Mas com o tampão sabemos quando temos que mudar. Como é com o Lunette?", perguntam vocês. Ora, é igual! Até certo ponto, vá. Retiram o copo menstrual, mas em vez de o deitarem ao lixo, lavam-no e voltam a usar. O copo tem um líquido de limpeza próprio, que é vendido à parte no site da marca, mas podem também fazê-lo com água e até com o gel de limpeza íntima. Fora de casa, por exemplo num WC de centro comercial, como dentro da casa de banho não têm lavatório, podem passá-lo bem com papel higiénico ou com toalhitas de limpeza íntima, com as quais andamos muitas vezes na carteira. Quando chegarem a casa lavem-no bem.

E não torçam já novamente o nariz. Mas qual nojo? Não há nojo nenhum, têm nojo de vocês próprias? Get over it!

Querem mais razões para experimentar Lunette? O impacto ambiental. Ou ausência dele. Sabiam que gastamos em média cerca de 17.000 tampões ou pensos durante a nossa vida fértil? Agora imaginem quanto tempo demora um tampão a decompor-se.

Para além disso, há o aspeto financeiro da coisa. Pegando pela marca OB, uma das favoritas das portuguesas, e supondo que compram esta marca, uma caixa tem 32 unidades e custa 4,24€. Se consumimos cerca de 17.000 na vida vamos precisar de aproximadamente 532 caixas de tampões OB, nas quais gastaremos 2251€. Uau.

O Lunette transparente (que é o que eu tenho) custa 29.90€ e pode durar até 10 anos!

E tal como acontece com os tampões, há tamanhos diferentes:

  • O tamanho 1, para quem tem um fluxo ligeiro ou normal.
  • O tamanho 2 para um fluxo abundante, e para quem já teve filhos por parto vaginal.

Eu não o podia recomendar mais. Estou tão impressionada com o Lunette que já o recomendei a todas as minhas amigas. Ou quase todas, aproveito agora para o fazer.

Devo apenas confessar que por vezes tive alguma dificuldade em retirar o copo- apesar da colocação ser muito fácil-, mas  já estive a ler estas dicas que foram muito úteis. Também ajuda puxar pela parte mais fininha e apertar o fundo do copo para libertar o vácuo e, assim, ajudar o copo a sair mais facilmente.


Então resumindo, o copo menstrual Lunette é:

  • Mais económico a longo prazo;
  • Mais higiénico
  • Mais ecológico (muito importante!)


A sério, confiem em mim, Broke Girls. Se eu não tivesse ficado 100% convencida por esta maravilhosa invenção, não vo-la recomendaria.

Se estiverem ficaram com vontade de experimentar vejam onde comprar AQUI.


Mais alguém por aí já experimentou? O que acharam? Contem-nos tudo!
Ainda têm dúvidas? A Júlia também tinha. Vejam o Lunette nas Tardes da Júlia:


sábado, 6 de julho de 2013

Chiara Ferragni, The Blonde Salad & the perfect sneakers

Há pouco tempo comecei a seguir uma rapariga chamada Chiara Ferragni no Instagram, por sugestão do mesmo. Logo percebi que era a rapariga por detrás do conhecido blog The Blonde Salad, um blog de moda, fotografia, viagens e lifestyle.

A Chiara é então a fashion blogger do The Blonde Salada, mas é também estudante de Direito de Milão, Itália. Tem imenso estilo, que vale a pena seguir, e um blog que conta com cerca de 60,000 visitas por dia, em constante crescimento.


Chiara Ferragni tem a sua própria coleção de sapatos e contribuiu com várias marcas, incluindo a Mango. Neste momento colabora com a Superga, uma marca italiana de sapatos, que fez uma sapatilha exclusiva para o The Blonde Salad e que me está a deixar completamente a babar.





Tenho que descobrir onde/como se encomenda e, mais importante ainda, o preço destas maravilhas! Espero que seja minimamente adequado ao meu orçamento de Broke Girl.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

A polémica do Fatkini

Esta é por excelência a altura do ano em que a maioria das pessoas (não são só as mulheres) anda mais preocupada com o corpo. Faz sentido, afinal vamos expô-lo muito mais que o habitual com os nossos fatos-de-banho e bikinis.

Algumas sentem falta de alguma coisa (maminhas, rabinho,...), outras excesso (gordurinhas, neste caso), e a tendência é para obcecar e remoer sobre as nossas imperfeições. Não venho fazer campanha a favor do amor-próprio e da auto-confiança. Bem, só se decidirem interpretar este post como tal.

Esta semana descobri um movimento que até então me era desconhecido: o movimento do Fatkini (fat + bikini).

Tudo começou com a blogger de moda puls-size Gabi Gregg, que criou uma linha de bikinis para raparigas super voluptuosas- e orgulhosas de o ser! O objetivo era "criar coisas mais giras para raparigas voluptuosas. Queria que tivessem o mesmo leque de opções que as outras raparigas quando vão às compras", afirmou a criadora das peças, Gabi Gregg.

Aqui estão alguns Fatkinis:





Bem giros! 
Afinal, nem todas as meninas têm o típico corpo de sereia, existem em todos os tamanhos e feitios e não é por não serem magrinhas que devem deixar de ir à praia e usar bikinis e fatos de banho. Até aqui todas concordamos, não? 

E se até há pouco tempo e por esta altura se via muito pelo Tumblr hashtags de #skinny #bones #skinnylegs #proana, agora existe uma outra tendência. Ora vejam:


Já tinha visto pessoas gordinhas a desejarem ser magras, pessoas magras desejarem ser mais magras, mas pessoas magras a quererem ser gordinhas confesso que não. Os tags dizem #fuckthethighgap #iwantbiglegs #iwantabigbooty.

Não é engraçado como as coisas mudam? Incluindo a perceção do corpo. Desconfio que tenha algo a ver com as celebridades com mais visibilidade no momento. Beyonce, Kim Kardashian, por aí.

Penso que já disse isto algures no meu blogue pessoal, mas aproveito novamente para afirmar que não sou daquelas pessoas que acha que toda a gente é bonita à sua maneira. Atenção que estamos a falar apenas de beleza exterior. Nem toda a gente é bonita, tal como nem toda a gente é inteligente. E nunca ninguém diz "toda a gente é inteligente à sua maneira", pois não?

Agora, dizer que as pessoas gordinhas não são bonitas é tão disparatado como dizer que o são. Mas desde quando é que são todas iguais? Pois, não são. Há quem seja e quem não seja.

Eu gostei imenso da ideia dos Fatkinis e adoro o nome, pois pretende tornar a palavra "fat" em algo positivo e não num insulto. Tudo isto ajuda a combater o preconceito e o "medo" de usar a palavra, seja em que língua for. Chamamos magra a uma pessoa de uma forma tão leve, mas nunca nos passaria pela cabela chamar o inverso a alguém com a mesma leveza e sem ser como insulto ou piada/gozo. Isto dá que pensar, não dá?



(exemplo de pessoa cheiinha bem gostosa)


Tal como não percebo nem concordo com os movimentos pro-ana em que idolatram corpos extremamente anoréticos, também não compreendo a filosofia dos fat activists, que descobri esta semana que existiam. "Tropecei" num blogue de uma fat activist- que até é bem interessante-, que defende ser (bastante) gorda e incentiva a aceitação da gordura. Sou da opinião de que a única coisa que se devia incentivar é a buscar por aquilo que chamo de "o corpo mais saudável" que cada um consegue atingir. Quando se é demasiado grande há toda uma enorme lista de coisas que não é possível fazer e o oposto também é deveras limitativo, não é preciso dizer.


Posto isto, aproveito agora para elogiar a H&M que usou uma modelo plus-size (giríssima) nos anúncios a uma das linhas de swimwear da marca. Elogio a modelo que tem um corpo diferente do das modelos "normais", mas que é notoriamente saudável e cuidado. 



O que não defendo é um corpo de demasiados excessos ou com demasiadas carências. O que está em falta ou o que está a mais é sinal de falta de saúde ou de um caminho que lá irá dar. Claro que há pessoas extremamente "grandes" e que estão a fazer por perder peso de forma saudável e que têm o azar de passar pelo verão ainda sem atingir os seus objetivos. Não desesperem e continuem o vosso caminho- sempre saudável- até verem os resultados que desejam. Entretanto, usem e abusem dos Fatkinis e não deixem de ir à praia!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Os estagiários

O Cinema é uma arte que me fascina. Vejo e gosto de tudo um pouco, Comédia, Ação, Drama, Terror, Ficção Científica, Animação, etc. Dependendo do meu estado de espírito vou variando e tendo boas e más surpresas. Ontem tive uma boa surpresa quando fui ver este filme:




Não posso dizer que é um dos melhores filmes de comédia ou que é super divertido, a verdade é que foi capaz de me prender a atenção, fazer dar umas gargalhadas e ainda levar uma cotovelada e ouvir “Estás no cinema!” porque comecei a cantar em voz alta Alanis Morissette – Ironic, tal foi o entusiasmo. É um filme inteligente, com boas piadas e algumas referências “nerds”, como X-Men e Harry Potter, que depois contrastam com uma mentalidade mais vincada dos anos 80, retrógrada, desatualizada, pouco tecnológica.  É muito leve e durante quase duas horas conseguimos não pensar em mais nada. Saí do cinema com um sorriso nos lábios e a desejar trabalhar na Google. Vejam o trailer:






segunda-feira, 10 de junho de 2013

Top 5 | Lipstick



TOP 5 | LIPSTICK | claro que em altura de saldos os da KIKO são de aproveitar estão a partir de 1.90 euros !

Espero que gostem , via FashionPaley

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Broke Girls love Bookcrossing

Hello Girls!
O meu post de hoje é para as amantes da leitura e... de borlas!
Já repararam nos preços exageradamente elevados dos livros hoje em dia? Se não forem antigos ou edições de capa mole, o preço- nas Fnacs e afins- de um livro relativamente recente ronda os 16/17 Euros. E depois ainda se queixam da falta de cultura das pessoas e que os jovens de hoje em dia não pegam num único livro para ler. E é verdade. Mas também com preços destes, compreende-se. A nossa sorte é que ainda vai haver feira do livro durante mais uns dias.

Ora, eu gosto de ler desde pequena. Li vários livros em criança e até na adolescência, mas nos primeiros anos daquilo que considero a minha "vida adulta" perdi alguns hábitos de leitura. Ao aperceber-me disto, fiz logo algo para mudar. Bastou pegar num livro e começar a ler. 
Simples. 
O escolhido foi Macbeth, de Shakespeare, que sempre quis ler. E convém ler pelo menos um livro de Shakespeare na vida, digo eu. Este é o meu segundo.
E tenho tempo para ler? Oh, por favor, quem é que não tem tempo para ler? Enquanto espera pelo metro/comboio, durante a hora de almoço, ou até uns poucos minutos antes de dormir? Bastam umas poucas páginas por dia e em menos de nada já acabámos de ler o livro.


Continuem a ler que eu vou dar a conhecer uma das melhores iniciativas culturais dos útimos tempos: o Bookcrossing.

Pessoalmente fico feliz se já conhecerem, mas, se não- mais uma vez-, continuem a ler.


Resumidamente, o Bookcrossing consiste em deixar livros nas crossing zones (zonas dedicadas exclusivamente ao BC) para quem os encontrar poder levá-los consigo para onde quiser, gratuitamente. Sim, tudo o que diz respeito ao BC é gratuito. Por outro lado, se encontrarem um destes livros, podem levá-lo, lê-lo e depois libertá-lo. Ou não. Se gostarem muito muito dele, pode ficar na vossa estante. Ao encontrar um destes livros, procurem a etiqueta do BC nas primeiras páginas (ver imagem), insira o código no site (www.bookcrossing.com) e veja por onde andou a viajar o livro que encontraram.

Eu própria comecei por libertar 3 livros no Grande Hotel de Paris, no Porto. Deixei também uns na Faculdade de Letras da Univ. De Lisboa e no Magnólia Caffé, no Cinema Londres (Av. De Roma, Lisboa). Os livros que escolhi libertar são uns que estavam nas minhas estantes e que foram ofertas de revista ou prendas de parentes distantes que desconhecem as minhas preferências literárias, daí que o mais provável é que nunca os fosse ler. Não é muito melhor deixar outra pessoa lê-los e apreciá-los do que deixá-los a ganhar pó nas estantes?


Agora, há livros que, apesar de já os ter lido, não vão a lado nenhum. Fica lá quietinhos porque, volta e meia, me apetece relê-los, nem que seja apenas algumas passagens que me deixam saudades. Há livros que são O amor e que nunca vou libertar. Posso emprestar, libertar nunca.


Este é o Hotel de Paris, no Porto. É de longe a melhor crossing zone que conheço. Bonito, vintage, parece evocar uma outra era, mais remota, que inspira todo o tipo de sentimentos de que preciso para despertar a vontade de ler.







O Hotel de Paris tem também uma excelente coleção de livros na sua zona de Bookcrossing, principalmente se estiverem à vontade com o inglês. A maior parte destes livros é deixada pelos hóspedes estrangeiros do hotel, por isso podem encontrar livros em várias línguas: inglês, alemão, francês, mandarim, etc.

Tenho neste momento um livro do Bookcrossing que trouxe de lá e estou mortinha por lê-lo. :)
Links úteis:
E então, já conheciam? Gostam do conceito?

Seja como for, desejo-vos boas de leituras!

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Confiança

Boa Tarde Broke Girls!

Este é meu primeiro post e gostaria de começá-lo  falando de confiança.
Muitas meninas podem pensar "mas que assunto manjado, ultrapassado", mas acredito que essa é uma das propostas da Broke Girls .
A Broke Girls é uma revista especialmente direcionada  ao público feminino, mostrando moda, cultura ao alcance de todos. Nesse mundo que muitas vezes estipula um padrão de beleza  e faz as mulheres acreditarem que somente se tiverem muito dinheiro poderão estar na moda ou serem cultas e elegantes, a Broke Girls vem quebrar essa ideia .
Quero nesse dia passar uma mensagem de confiança para todas nós mulheres, guerreiras, estudantes e trabalhadoras.
Confiem em si mesmas, cada uma de nós é linda do  seu jeito. Que cada uma de nós possa reinventar nossa vida a cada dia .Faça o que ama, não tenha medo de arriscar.

Nós  Broke Girls estamos aqui para incentivá-las e ajudar a cada dia se sentirem mais lindas  e especiais.


sábado, 1 de junho de 2013

Séries para preencher o vazio: Bunheads

Hoje está um dia lindíssimo, cheio de sol e uma temperatura espetacular, principalmente para uma manhã na cidade Invicta (vim a casa matar saudades). Está, portanto, um dia perfeito para passear, ler ao sol (que é o que vou fazer a seguir), visitar a praia e ver séries. Sejam bonitos ou deprimentes, todos os dias são dias bons para ver séries. E enquanto as nossas séries favoritas não regressam para uma nova temporada, há que explorar outras pastagens, se é que me entendem. Se têm o grave problema de não saberem que série ver a seguir, para preencher o vazio deixado pelas vossas favoritas, I'm your girl. Ou não seja eu aquela a quem chamam de papa-séries.

Aquela que vos vou apresentar hoje chama-se Bunheads. Estreou dia 29 de maio na Fox Life, mas eu, a papa-séries, já há uns dias que tinha começado a ver. Só pelo nome pode ser um pouco difícil perceber o tema da série, mas eu esclareço, não se preocupem. Um 'bun' é simplesmente um puxo, como este:


E quem usa SEMPRE um puxo no cabelo? As bailarinhas. Bunheads refere-se às bailarinas de ballet.

"A sério, fizeram mesmo uma série sobre ballet?" Yup.

Calma, não discriminem já. Eu não tenho qualquer ligação com o ballet, nem praticava quando era criança nem nada, mas estou a gostar imenso de Bunheads.

E Bunheads é para vocês também se gostavam de Gilmore Girls. Lembram-se?


Eu devo confessar que nem era grande fã- via quando dava-, mas estou meeeesmo a gostar de Bunheads e até acho mais engraçado do que Gilmore Girls

Bem, o melhor é começar por situar-vos na história.

Em Bunheads, a criadora de Gilmore Girls, Amy Sherman-Palladino, regressa ao pequeno ecrã com uma série repleta de personagens de humor e personalidades marcantes, desta vez numa dramedy (comedy/drama) do canal ABC Family que entitulou de Bunheads. É uma história que gira em torno do ballet e de um estúdio de dança, mas desde a música aos cenários pitorescos, passando pelo discurso hiper-rápido das personagens, muito faz lembrar Gilmore Girls. A personagem principal, Michelle, faz lembrar muuuito a Lorelai. De tal forma que por vezes parece que a Amy Sherman-Palladino está a plagiar a sua própria criação.


Bunheads é- à falta de melhor palavra para a descrever- estranha. 

Michelle é uma ex-showgirl de Vegas, formada em dança, mas a viver e a trabalhar abaixo do seu talento para a dança, que por capricho aceita casar com o seu maior admirador. Após um rápido casamento (em Vegas, claro, where else?), muda-se para a pequena cidade de Paradise, onde o novo marido vive com a mãe (algo que Michelle desconhecia). A mãe do marido da Michelle é também uma personagem reciclada de Gilmore Girls, mas desta vez literalmente, uma vez que Fanny (nome da personagem, é interpretada pela mesma atriz que fazia de avó da Rory Gilmore. Fanny tem um feitio muito particular e é também quem dá aulas de ballet a um divertido e jovem grupo de bailarinas, todas elas em idade escolar.

E mais não conto. O cenário-base é este, mas não vou spoilar.

Heeere's a sneak peek!




Have a great weekend!

quinta-feira, 30 de maio de 2013

As empresas-fraude em Portugal e como detetá-las

São 15:25h. Faltam cinco minutos para uma entrevista que me marcaram hoje. Devia já lá estar à porta ou, pelo menos, mesmo a dobrar a esquina. Mas não. Não vou, está decidido. E pensam que os avisei de que não me seria possível comparecer? Nope. E porquê? Porque eles não querem saber, nem vão dar pela falta de apenas uma das dezenas de pessoas que estarão agora sentadas num "escritório provisório" em cadeiras numa sala completamente vazia onde nada lhes diz que aquilo é deveras um escritório.

Enquanto isso vão preenchendo uma ficha com os seus dados pessoais enquanto esperam pela sua vez de serem entrevistadas. E para quê, se já enviaram o CV antes da entrevistas e todas essas informações estão lá? Ora, porque eles nem sequer abriram os CVs, porque nós fomos apenas peixes que morderam um isco bem lançado e aparentemente apetitoso, na forma de uma oferta de emprego na nossa área (Marketing, Comunicação, etc.). 

Quem anda à procura de emprego- como eu-, sabe que só tem a ganhar ao responder ao maior número de ofertas de emprego possível por dia. Até aqui, algo óbvio.
O que não nos dizem quando nos lançamos neste difícil busca por um (bom) emprego é que na internet  abundam pragas de proporções bíblicas de empresas-fraude.

Eu hoje não fui à entrevista, mas sei como tudo se processa. Caso tivesse ido, teria sido como uma repetição de algo que também já se passou comigo numa outra entrevista no final do ano passado. Depois dessa experiência, jurei que nunca mais me apanhariam noutra, algo que, até agora, tenho conseguido cumprir. A chave é a pesquisa incessante pela empresa em questão. E às vezes não serve so pesquisar no Google.

Deixem-me mostrar-vos.

Exhibit A:

Ao pesquisar no Google pelo nome da empresa em questão, só me apareceram resultados de páginas publicadas pela própria empresa. Isto não me ajuda minimamente. Aquilo de que realmente preciso é de ler opiniões, artigos em revistas, jornais, etc., sobre esta empresa de forma a poder concluir se esta é ou não legítima.



Exhibit B:

 Passamos à pesquisa nos blogues. Nada melhor para encontrar opiniões. Trust me.




Exhibit C:


Segundo resultado: FRAUDE! O que li nesse blogue foi exatamente aquilo que temia (e sinceramente já esperava) acerca da "empresa" JR Marketing Solutions. Depois disso encontrei ainda vários comentários a expor esta fraude e outras. Incrível










Conclusão: A JR Marketing Solutions é só mais uma das centenas de empresas-fraude que proliferam por este país fora; uma cambada de mentecaptos que infelizmente se aproveitam da fragilidade do desemprego em Portugal e da ingenuidade das pessoas que todos os dias procuram emprego por necessidade, sem qualque intenção de prejudicar a vida dos outros!

E ainda vos digo mais: se decidirem ir a uma coisa destas mesmo depois de tudo isto, posso já dar-vos os spoilers daquilo que se vai passar:

1. Antes da entrevista vão ver de tudo: pessoas vestidas para uma entrevista normal (aparência cuidada), pessoas com uma aparência muito maltrapilha, pessoas jovens, pessoas mais velhas, pessoas bastante velhas,... Tradução: a empresa não tem um perfil de candidato para a posição para a qual se candidataram. Porque será? Porque não interessa, para o tipo de trabalho que vão fazer... Ah, e claro, não viram os vossos CVs, muito menos a foto.

2. O escritório é, como já mencionei mais acima, um espaço ridiculamente amplo e desprovido de tudo aquilo que um escritório tem. Está vazio, pronto. Normalmente há pelo menos uma pessoa a andar de um lado para o outro a fingir que trabalha. 

3. Quando entrarem para o cubículo onde vos vão entrevistar, não pensem em dizer maravilhas do vosso percurso académico ou experiência. Não. Vale. A. Pena. NINGUÉM vos vai perguntar nada. O entrevistador vai falar sozinho o tempo todo com um discurso que nunca foge muito disto: 

“Nós trabalhamos por objetivos; costumamos trabalhar com a SONAE; precisámos de pessoas dinámicas, que tenham um grande à-vontade; para nos conhecermos melhor, amanhã vem passar um dia connosco para nos conhecer melhor e nos conhercemo-la melhor; etc etc etc”…

Experimentem perguntar;  “Portanto, somos pagos à comissão, certo?”… 

Resposta do que obterão: “Nós trabalhamos por objectivos; mas quando vier amanhã, perceberá melhor as coisas; por isso, hoje, por volta das 15h30, 16h00, telefone-nos para saber se foi seleccionada”…

No meu caso ligaram-me a mim, mas isso não interessa muito.

4. Quando receberem o telefonema, claro que terão sido selecionados, mas não se deixem entusiasmar por isso. Dir-vos-ão para comparecer no escritório no dia seguinte com calçado confortável. Hmmm.... Vamos já ver para quê.

Testemunho que encontre num blogue:

«Ligaram-me essa tarde, uma senhora muito contente a felicitar-me por ter ficado, teria entrevista amanhã. Ora…. já tinha uma lista de perguntas preparadas, disparei tudo e ela só respondia “Tenho mais pessoas para contactar, não posso responder ás perguntas de todos não é verdade??” Só me falou na roupa formal, calçado confortável, libertar a minha agenda até ás 20h no dia seguinte, trabalho seria em lisboa e voltei a perguntar aquilo dos stands de angariação de clientes. Também ficou adminada e disse “nada disso!”.
Começei por me sentir tola e enganada mas esse sentimento foi o que inicialmente me deixou alerta, por isso foi positivo.
A necessidade e vontade de trabalhar torna-nos mais vulneráveis. Não há que ter medo de ser enganado em próximas entrevistas. Podemos fazer o possível para nos informar e assim a consciência fica tranquila.
Boa sorte a quem está na mesma situação.»


Lembro-me perfeitamente de aqui há uns 3 ou 4 anos alguém ter tocado à campainha de casa do meu avô (viúvo, octogenário) e, não sei como, ter-lhe vendido um aspirador, uma aparelhagem, VÁRIOS volumes de uma enciclopédia de medicina (repare-se que ninguém que o meu avô conheça estava a tirar medicina). Ou melhor, eu sei como lhe venderam tudo isso pela módica quantia de mais de 1000€: aproveitando-se de um senhor idoso, ingénuo (no tempo dele esta gente trapaceira ainda não fazia destas coisas) e muito generoso. E é isto que estas empresas como a JR Marketing Solutions querem que vocês façam. Que enganem as pessoas e as suguem até ao tutano.

Mas acham que vale a pena? Nem pensem que ficam com a totalidade da comissão! Se não acreditam em mim, leiam os comentários no blogue Precários Inflexíveis.

Eu aqui falei da JR Marketing Solutions, mas como esta há tantas outras. Se vocês conhecerem mais casos de fraude, contactem-nos por favor, que vamos atualizando a lista. Para já, deixo-vos alguns nomes de empresas que andam à caça de desempregados para incluir nestes esquemas:

JR Marketing (mais uma vez. Acabei de os denunciar no Facebook como fraude).
VO Marketing (é a mesma empresa que a JR Marketing, com as mesmas instalações e tudo. Vão é mudando o nome).

Lista Negra das empresas-fraude

FACEACTION
Critério Absoluto
Expressão Positiva
Status Synergye
Almada Mais
Sorriso Plan
Blackcable
GONDOPRIME
Gera Equilíbrio (= Sorriso Plan)
Mega Budget
BF Group
V.O. Maketing
Dragão Porto
GIGANTAPLAUSO
OMNIEPOPEIA

Se acham que estão perante uma situação como esta, quando vos ligarem para a 1ª entrevista, peçam uma breve descrição da tarefa que iriam desempenhar na empresa. Não tem mal nenhum e, caso não seja, fraude explicar-vos-ão o que vão fazer e ainda ficam com a impressão de que estão empenhados e com interesse no trabalho.

Já sabem, qualquer coisa que saibam deixem comentário aqui ou enviem-nos um e-mail para: brokegirlsmag@gmail.com


Boa sorte!

Última actualização: 21.11.2013
 Obrigada a todos os que têm vindo a comentar este post e a acrescentar mais nomes à lista.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Marcas Brancas





Este vídeo já tinha feito há algum tempo, mas como as marcas brancas têm sido muito importantes na vida das pessoas porque não mostrar as que eu uso?
Maior parte dos produtos faz o mesmo resultado que um de marca , só que a vantagem é que pagamos muito menos! Às vezes é bom experimentar coisas novas; nunca sabemos se vamos gostar de algum e aqui está uma boa maneira de dar uma oportunidade aos novos produtos de irem para o nosso lar!
 Produtos :
Schlecker
Rilanja Young - Gel de Limpeza 
Rilanja Face - Desmaquilhante
Pingo Doce
Skino - Desodorizante
Skino - BodyCare (Loção Refirmante)
Essentya - Shampoo

Chinês
Love Me - Vermelho

4 Lições que Aprendi com a Série 'Girls'

Se pensavas que era difícil ser estudante, experimenta tentar arranjar emprego.
Com o início da vida adulta propriamente dita começam também os problemas típicos desta fase da vida e, para piorar tudo, as poucas séries sobre mulheres que vivem em grandes cidades são tudo menos realistas e tornam impossível revermo-nos nas suas personagens ultra-privilegiadas- esta é para vocês, Carrie Bradshaw e Blair Waldorf!-, pelo menos até agora.
Refiro-me à série ‘Girls’ da HBO, cuja segunda temporada terminou no mês passado e já foi renovada para uma terceira, a ser transmitida ainda este ano numa data por determinar.
Devorei as duas primeiras temporadas como se de matéria para um teste do dia seguinte se tratasse. E, acreditem ou não, aprendi umas coisinhas com ela. Ou pelo menos redescobri.

O teu curso superior não te prepara para nada

You know what the weirdest part about having a job is? You have to be there everyday, even on the days you don't feel like it.
 
- Jessa, Girls 


O que aprendem na sala de aula não vos vai ajudar muito no sentido prático da coisa. Com sorte, um estágio curricular (só ou dois no máximo, porque não andamos aqui para trabalhar de graça), poderá dar-vos uma pequena ideia da ética de trabalho do mundo “real”. No caso da Hannah, a personagem principal da série, as experiências profissionais não a ajudaram muito a avançar na sua carreira. É-lhe oferecida uma oportunidade daquelas que só acontece uma vez na vida- escrever um e-Book, apesar de não ser uma escritora conhecida ou sequer com trabalhos publicados-, mas Hannah vê-se tão pressionada que não consegue passar da primeira página.
Esta é uma lição que aprendi sozinha, mas soube bem aperceber-me que este é um mal generalizado, se bem que tenha acabado de me dar conta do quão egoísta isto parece sob a forma escrita. Adiante.

Aceitar um trabalho que não nos preenche não significa desistir

You know who ends up living their dreams? Sad messes like Charlie.
-          Marnie


Pelo contrário, significa resistir.
O melhor exemplo em ‘Girls’ é do de Marnie, a melhor amiga de Hannah. É despedida da galeria de arte onde trabalhava e depara-se com a (triste) realidade: não há praticamente postos de trabalho para curadores de arte na cidade de Nova York. E o que faz Marie? Procura trabalho na sua área, pois claro. Mas quando não há, não há e não vale a pena deprimir e baixar os braços. Assim, e porque é bastante bonita, Marie arranja um dos trabalhos que os amigos apelidam de pretty people jobs e torna-se promotora num bar. Foi o único trabalho que arranjou, não gosta dele e sente-se até envergonhada por ele, mas é o que tem e nem só de sonhos nos podemos alimentar. Algo melhor virá, mas até lá...

Sê honesta contigo mesma

Please don't tell anyone this, but I wanna be happy.

- Hannah


O medo de falharmos leva-nos muitas vezes a não reconhecermos perante ninguém algo que realmente desejamos. Quer seja um emprego praticamente impossível de conseguir, quer seja simplesmente o desejo de ser feliz.
Não há mal em ter medo. O que importa é sabermos o que queremos e não queremos. Igualmente importante é admitirmos que não sabemos o que queremos. No fundo, o que realmente importa é sermos honestos connosco mesmos.

Rodeiem-se de pessoas positivas

I can't be surrounded by your negativity while I'm trying to grow into a fully formed woman. You hate everything!
- Shoshanna


Uma das coisas que mudam na casa dos 20 anos é o estreitamento do nosso círculo social. É aqui que começamos realmente a “separar o trigo do joio” e distinguimos mentalmente os nossos amigos, dos conhecidos, dos colegas e dos “amigos das saídas”.
É óbvio que nos sentimos melhor quando as pessoas à nossa volta demonstram atitudes positivas, tal como o contrário também se vereifica, mas isso não significa que não devemos dar apoio aos nossos amigos quando estão em baixo. Devemos sempre estar cá para e por eles, afinal também gostamos de falar com alguém nos nossos piores dias.
No entanto, se há alguém a ser constantemente desagradável e depreciativo em relação a nós, a outros ou a episódios da vida em geral, se calhar o melhor é mantermos uma distância saudável. Não é por acaso que esta é a altura de filtrar amizades.