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sábado, 8 de junho de 2013

O primeiro Giveaway da Broke Girls Magazine está a chegar

Hello Girls!

Sim, eu sei, o tempo está terrível, não dá para ir à praia nem estrear as roupinhas giríssimas e tão em conta que vocês já compraram a pensar na nova estação. 
Mas não desesperem, nem tudo são más notícias.

Nós aqui na Broke Girls Magazine estamos a tratar de tudo para vos trazer um giveaway para vos animar.



Será que conseguem perceber o que é? :)


quinta-feira, 6 de junho de 2013

Broke Girls love Bookcrossing

Hello Girls!
O meu post de hoje é para as amantes da leitura e... de borlas!
Já repararam nos preços exageradamente elevados dos livros hoje em dia? Se não forem antigos ou edições de capa mole, o preço- nas Fnacs e afins- de um livro relativamente recente ronda os 16/17 Euros. E depois ainda se queixam da falta de cultura das pessoas e que os jovens de hoje em dia não pegam num único livro para ler. E é verdade. Mas também com preços destes, compreende-se. A nossa sorte é que ainda vai haver feira do livro durante mais uns dias.

Ora, eu gosto de ler desde pequena. Li vários livros em criança e até na adolescência, mas nos primeiros anos daquilo que considero a minha "vida adulta" perdi alguns hábitos de leitura. Ao aperceber-me disto, fiz logo algo para mudar. Bastou pegar num livro e começar a ler. 
Simples. 
O escolhido foi Macbeth, de Shakespeare, que sempre quis ler. E convém ler pelo menos um livro de Shakespeare na vida, digo eu. Este é o meu segundo.
E tenho tempo para ler? Oh, por favor, quem é que não tem tempo para ler? Enquanto espera pelo metro/comboio, durante a hora de almoço, ou até uns poucos minutos antes de dormir? Bastam umas poucas páginas por dia e em menos de nada já acabámos de ler o livro.


Continuem a ler que eu vou dar a conhecer uma das melhores iniciativas culturais dos útimos tempos: o Bookcrossing.

Pessoalmente fico feliz se já conhecerem, mas, se não- mais uma vez-, continuem a ler.


Resumidamente, o Bookcrossing consiste em deixar livros nas crossing zones (zonas dedicadas exclusivamente ao BC) para quem os encontrar poder levá-los consigo para onde quiser, gratuitamente. Sim, tudo o que diz respeito ao BC é gratuito. Por outro lado, se encontrarem um destes livros, podem levá-lo, lê-lo e depois libertá-lo. Ou não. Se gostarem muito muito dele, pode ficar na vossa estante. Ao encontrar um destes livros, procurem a etiqueta do BC nas primeiras páginas (ver imagem), insira o código no site (www.bookcrossing.com) e veja por onde andou a viajar o livro que encontraram.

Eu própria comecei por libertar 3 livros no Grande Hotel de Paris, no Porto. Deixei também uns na Faculdade de Letras da Univ. De Lisboa e no Magnólia Caffé, no Cinema Londres (Av. De Roma, Lisboa). Os livros que escolhi libertar são uns que estavam nas minhas estantes e que foram ofertas de revista ou prendas de parentes distantes que desconhecem as minhas preferências literárias, daí que o mais provável é que nunca os fosse ler. Não é muito melhor deixar outra pessoa lê-los e apreciá-los do que deixá-los a ganhar pó nas estantes?


Agora, há livros que, apesar de já os ter lido, não vão a lado nenhum. Fica lá quietinhos porque, volta e meia, me apetece relê-los, nem que seja apenas algumas passagens que me deixam saudades. Há livros que são O amor e que nunca vou libertar. Posso emprestar, libertar nunca.


Este é o Hotel de Paris, no Porto. É de longe a melhor crossing zone que conheço. Bonito, vintage, parece evocar uma outra era, mais remota, que inspira todo o tipo de sentimentos de que preciso para despertar a vontade de ler.







O Hotel de Paris tem também uma excelente coleção de livros na sua zona de Bookcrossing, principalmente se estiverem à vontade com o inglês. A maior parte destes livros é deixada pelos hóspedes estrangeiros do hotel, por isso podem encontrar livros em várias línguas: inglês, alemão, francês, mandarim, etc.

Tenho neste momento um livro do Bookcrossing que trouxe de lá e estou mortinha por lê-lo. :)
Links úteis:
E então, já conheciam? Gostam do conceito?

Seja como for, desejo-vos boas de leituras!

domingo, 2 de junho de 2013

Como fazer puxo com um ''Donut'' ?

Olá meninas ,
Uma coisa que eu adoro é penteados e decidi fazer este vídeo de como fazer um puxo lindo e perfeito com um Donut ! Não é preciso ter coisas caras para fazer obras primas.. e neste caso este penteado custa por volta de 1.00 euro !



Espero que gostem e que consigam realizar este penteado .. acho super simples e perfeito ! Podem também meter alguns elementos no meu caso usei um laço !

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Declaro oficialmente aberta a época Broke Girls!!

Em primeiro lugar deixo um primeiro olá a todas as Broke Girls que possam por aqui passar.
Não tenho muito jeito para posts introdutórios, mas o que sair daqui ficará como tal. 
O layout está pronto, graças à Ana Garcês, as Broke Girls estão prontas, inspiradas e cheias de ideias, por isso, por que não começar hoje? É segunda-feira e tudo, por definição é aquele dia em que algo começa (uma semana, uma dieta, enfim, vocês sabem).


Bem, então sem mais demoras:


Declaro oficialmente aberto o blog/Webzine Broke Girls Magazine!!



quinta-feira, 9 de maio de 2013

Manifesto Broke Girls

O projeto Broke Girls Magazine nasceu precisamente no dia 20 de abril de 2013.
A Broke Girls Mag, como gosto de lhe chamar, nasceu simplesmente depois de- pela primeira vez- ter proferido em voz alta as seguintes palavras: «Gostava tanto de criar uma revista.» E puff, deu-se aquele conflito interno entre duas das minhas vozes. «E porque não?», perguntou uma delas, a única a que dei ouvidos.
Realmente não havia nenhum motivo válido para não avançar. Estou desempregada, tenho tempo e gosto do universo das revistas femininas, até porque já estagiei em duas revistas femininas portuguesas.

O problema é que às vezes procuro e procuro revistas femininas com as quais me possa identificar e… nada. Há um ou outro artigo que me chama a atenção, mas muitas vezes é apenas UM numa revista cheia de pequenas features de moda. Acho que faz muita falta uma revista para jovens mulhers; mulheres que já não são adolescentes, mas também não estão numa fase muito adulta e repleta de maturidade. Uma revista para uma mulher moderna, jovem, que esteja ainda a frequentar a Universidade ou já tenha completado os estudos e se tenha lançado há pouco tempo neste mundo complicadíssimo da procura de emprego, partilha de casa, etc.
Faltam, acima de tudo, publicações realistas com páginas de moda para pessoas reais e com budgets apertadinhos, que não podem estar a dar-se ao luxo de largar 400€ numa carteira ou 500€ num único par de sapatos. Muitas revistas portuguesas do género foram criadas no final dos anos 80/anos 90, numa altura em que o país ainda vivia de forma sumptuosa e muito confortável, se é que me entendem. O que me parece é que muitas delas por lá ficaram e ainda gostam de fingir que ainda ganhamos todos muito dinheiro e nos podemos dar a certos luxos. Mas eu vivo no mundo real, tal como muitas vocês, e preciso de revistas que sejam mais terra-a-terra, caso contrário sinto-me excluída.

É exatamente isso que quero mudar.

Portanto, esta revista é tanto para vocês como para mim. Na impossibilidade de esperar que as revistas femininas mudem- algo que pode demorar anos ou nem chegar a acontecer-, decidi eu criar a revista que gostaria de poder ter/ler enquanto leitora.
Espero que gostem.

Catarina Alves de Sousa